terça-feira, 18 de junho de 2013

Quietude



perco-me em olhares vagos...
saudade esculpida na alma!
morro em cada por do sol
renasço em cada estrela
vivo em cada aurora
sinto-me no canto nómada dos pardais
com as lágrimas gotas de orvalho da manhã
cheiros trazidos na brisa fria
falam da flor de laranjeira embrulhada no jasmim
e... em mim chora-me sol luz, chora-me luz lua!
dialogo desenhado ao limite do (in)explicável,
toca-me em silêncio sons trazidos no embalo da quietude!
MADALENA LUZ





2 comentários:

francisco disse...

estou quieto
;)

Vieira Calado disse...

Não resisto e digo:
O poema é bom!
Continua!